Os artistas são unânimes quando eles afirmam esta famosa frase clichê: "A arte imita a vida". Bem, com base em tudo o que se passou no Brasil nestes últimos anos, eu, que combati o bom combate (como patriota), resolvi me inspirar em tais acontecimentos para escrever um romance. Sendo assim, eu não deixarei o sistema, com seu “Ministério da Verdade”, falar sozinho.
BOLSONARO, O PALADINO DA LIBERDADE é uma obra que conta a história de um valente que lutou pela liberdade do seu povo a ponto de derramar seu próprio sangue pela causa. A trama verossímil se passa em um “longínquo” país chamado “Parságada”. Uma linda nação que foi tomada arbitrariamente, à moda Foro de São Paulo, pela pior de todas as ditaduras, que é a ditadura do judiciário. Desde então, esse país vitimado vive sob uma “democracia relativa” bancada pelos “agentes togados do caos”.
Diante dessa triste conjuntura, a censura, praxe de regimes totalitários, foi imposta em Parságada. Como esse sistema AINDA não mandou queimar livros em praça pública, eu me valho dessa brecha desse nefasto regime e, assim, escrevo, afinal de contas toda luta pela liberdade é válida, ainda que em forma de liberdade literária.
Deus, Pátria, Família e Liberdade!
Sinopse do livro:
BOLSONARO, O PALADINO DA LIBERDADE, é um livro sobre a história de um valente e, no processo de escrutínio sobre as realizações no ordinário da vida dele, com a devida honestidade intelectual, comprova-se que esse dignitário alcançou feitos extraordinários ao “combater o bom combate” contra o “sistema”. Tanto que a história desse homem resiliente vale amiúde a pena ser contada por muitas outras obras. Todavia, como em uma guerra a primeira vítima é a verdade, oxalá, o legado desse bravo líder seja difuso por iniciativas altruístas e descontaminadas como esta minha aqui. Somente assim a máxima de Cícero (“a História é a mestra da vida”) fará sentido, pois ensinará apenas a verdade que, por si mesma, é singular.
Diante dos “tempos estranhos” em que nossa pátria atravessa, sabendo que “a arte imita a vida”, utilizar-me-ei no processo da escrita (não por covardia, mas por estratégia) o recurso da verossimilhança, pois não é razoável pensar que dá para se gozar de plena liberdade num tempo cujo termo democracia é relativizado ao bel-prazer dos “usurpadores do poder”. Assim, no bastião da resistência, todo grito de/por liberdade é válido, ainda que em forma de liberdade literária! Afinal de contas, até o presente, esse baluarte se mantém inexpugnável em nossa afrontada nação, isto é, o atual regime promovido, apoiado e mantido pelo “sistema”, ainda não “mandou queimar livros” em praças públicas. Repito: ainda! Assim, eu – que comungo com o que disse Caio Tito em tempos de outrora: “Palavras ditas ao vento, voam, mas, se escritas, permanecem” – espero que este “rio de tinta” contribua, enquanto houver tempo, para hidratar a todos com a verdade, seja no agora, seja nos tempos vindouros.
Em verdade, há de se dizer que, devido às feridas geradas, sobretudo por conta dos últimos confrontos contra o modus operandi que luta escrupulosamente para manter o status quo da corrupção (no seu sentido amplo), parece que Bolsonaro foi derrotado. Mas não. Claro que não! Esse autêntico arauto da liberdade é um vitorioso, visto que o bolsonarismo não é mais potência, é ato. Dessa forma, para o desespero dos seus algozes, o genitor desse movimento foi, é e, por conta da gratidão recíproca do seu povo, será!
Em última análise, Bolsonaro, no seu processo de sentir a dor, aprendeu a fazer o processo alquímico de transmutar o sofrimento em sorrisos espontâneos adornados (muitas vezes) com lágrimas que escancaram sua essência. Portanto, prezado leitor, você que se “soma” ou se compadece com essas muitas lágrimas e, dessa forma, teme pela vida desse nobre guerreiro da liberdade, para serenar seu coração, bem como para apascentar sua esperança, inspire-se no conselho atemporal que o Prelado Aurélio Ambrósio disse à chorosa mãe que intercedia aos prantos pela vida do seu rebento, o grande Agostinho de Hipona: “Fique em paz, é impossível que pereça o filho de tantas lágrimas”.
ISBN | 9786500809206 |
Número de páginas | 428 |
Edição | 1 (2023) |
Formato | 16x23 (160x230) |
Acabamento | Brochura c/ orelha |
Coloração | Preto e branco |
Tipo de papel | Offset 75g |
Idioma | Português |
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