Este não é um livro sobre força de vontade.
É um livro sobre falhar. Sobre recomeçar. Sobre sentar à mesa no dia seguinte, mesmo sem saber se a próxima palavra será a certa.
Sete "amigas" habitam estas páginas: a Felicidade que chega e vai embora, a Perpétua que é o ciclo das estações, a Luzia que tudo investiga, a Águeda que amolece o fluxo, a Inês que exige perfeição, a Cecília que é o ruído do mundo, e a Constância — ruiva, bela, silenciosa — que apenas faz o gesto seguinte.
Da pedra que carrega sua fratura à planta que confia no próprio tempo. Do animal que é meditação em movimento à tentativa humana de escrever uma única frase verdadeira.
"Constância" é um ensaio narrativo, um romance de formação do invisível, um diário filosófico com cheiro de terra molhada e som de tico-tico.
Abrir este livro é aceitar um pacto: o de desacelerar, escutar, e talvez — pela primeira vez — encontrar a constância não como disciplina, mas como presença.
| ISBN | 978-65-266-7404-8 |
| Número de páginas | 116 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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