Escravidão Poderia Ter Sido Diferente
A obra apresenta uma narrativa em dois atos que exploram a transição entre o pensamento acadêmico europeu e a realidade do sistema colonial brasileiro.
Parte I: A Formação em Portugal A história concentra-se nas raízes do protagonista em solo português. Membro de família tradicional, sua juventude é marcada pelo rigor da Universidade de Coimbra. No curso de Direito, trava contato com estudantes vindos do Brasil. Esses diálogos tornam-se o ponto de inflexão de sua consciência: através dos relatos, ele descobre a faceta sombria da colonização — a escravidão. As descrições das crueldades geram uma inquietação moral que ditaria seus passos futuros.
Parte II: A Experiência no Brasil Decidido a subverter essa realidade, o protagonista emigra para Pernambuco sem revelar seus planos. Ao estabelecer-se, ganha um escravizado, e estabelece com ele uma relação baseada na simpatia e no respeito. O homem torna-se um colaborador estratégico. Sob essa mediação, o protagonista implementa métodos revolucionários de gestão, substituindo o chicote por formas de relacionamento mais humanas e dignas.
O Impacto Socioeconômico A abordagem rompe com o preconceito de que a violência era necessária à produtividade. A fazenda torna-se lucrativa, despertando a adesão de vizinhos e gerando um efeito dominó de mudanças pelo vale do rio Capibaribe. A obra propõe uma reflexão sobre como o curso da história seria alterado se a ética tivesse prevalecido sobre a exploração
| Número de páginas | 127 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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