Noites sem dormir devido a uma doença incurável e implacável, sozinho em casa, madrugadas adentro, acompanhando a romaria das estrelas, jogando dardo no escuro, contemplando a curiosa vida noturna da natureza em torno e filosofando em meio ao desespero de testemunhar a inexorável passagem do tempo, buscando uma comunicação sem saber com quem, mas tendo com quem - deixando a conjuntura um pouco mais razoável, ocupou esse tempo formatando em poesia as inspirações e deduções lógicas e/ou emocionais que somente o ócio criativo, a dor e solidão possibilitam.
O resultado foi uma erupção existencial sentimental que durou quase dois anos, com Manuel Bandeira sendo a régua, e Cazuza, Paulo César Pinheiro e Aldir Blanc o compasso.
A princípio apenas para auto entretenimento, a pedidos publico agradecido, dentro do espírito punk do "faça você mesmo", sem maiores intenções. Talvez encontrar minha turma, se é que ela existe.
| ISBN | 978-65-266-6645-6 |
| Número de páginas | 40 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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