Décadas antes de Beatriz e seus amigos descobrirem os segredos do Instituto Rodrigues Alves, um grupo de jovens atravessou uma passagem que jamais deveria ter existido.
Augusto, Lucas, Helena, Otávio, Cecília e Vicente entraram na Ala Oeste em 1946. Mas os registros daquela noite não concordam entre si. Pessoas desapareceram, memórias foram alteradas e alguém foi lentamente apagado da própria história.
No presente, Beatriz, Gabriel, Mariana, Clara e Lívia precisam reconstruir o que realmente aconteceu naquela noite e descobrir quem era a figura esquecida nas antigas fotografias.
Enquanto passado e presente começam a se misturar, uma verdade se torna impossível de ignorar: o Quarto Andar não apenas prende pessoas. Ele apaga nomes, distorce lembranças e transforma o esquecimento em uma prisão.
Para fechar essa história de uma vez por todas, será preciso lembrar daquele que todos esqueceram.
Porque nunca fomos três. Sempre fomos quatro.
| Número de páginas | 247 |
| Edição | 3 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 115g |
| Idioma | Português |
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