Treze pessoas. Doze anos. Um eclipse que escolhe.
Theo vai fazer quarenta anos e aposta que só uma pessoa no mundo vai lembrar. Do outro lado da mesa de jantar, uma cadeira vazia parou de incomodar porque ele parou de notar, e esse talvez seja o pior sinal de todos: ao longo da vida, Theo desenvolveu um talento silencioso para ser esquecido.
Numa decisão de madrugada, ele compra uma passagem de Fortaleza para o Rio de Janeiro para ver um eclipse solar total. O motivo oficial era o eclipse. O verdadeiro, nem ele sabe direito.
No momento da totalidade, quando os pássaros silenciam e a coroa solar pulsa como uma respiração, algo muda dentro de Theo. Ele descobre que não está sozinho: a cada doze anos, um eclipse específico desperta um grupo de treze pessoas espalhadas pelo mundo, e ninguém sabe exatamente por quê.
Entre as ladeiras de Santa Teresa, Theo encontra os outros: pessoas comuns com dons que não pediram, unidas por algo maior do que entendem. Mas o mesmo eclipse que os desperta também os expõe, e nem todo mundo que sabe da existência dos treze quer protegê-los.
E, no meio de tudo isso, desperta também o que Theo tinha desistido de esperar: a chance de ser visto, e de querer alguém de volta.
O Décimo Terceiro é um romance de fantasia sobre pertencimento, sobre os nomes que o mundo esquece. Para leitores que amam fantasia urbana com alma brasileira, protagonistas LGBT e mistérios que se revelam aos poucos.
| ISBN | 978-65-266-8280-7 |
| Número de páginas | 276 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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