Um romance sobre o que deixamos para trás e o perigo de
sermos encontrados.
Arthur é um homem feito de lógica. Tradutor técnico de manuais de
engenharia, ele vive uma rotina milimetricamente calculada em São
Paulo, encontrando conforto na previsibilidade das máquinas e no
isolamento de sua mesa cativa na cafeteria L'Artiste. Há quatro
meses, sua única conexão com o mundo emocional é a "Moça da
Mesa de Canto", uma escritora misteriosa que ele observa em
silêncio enquanto ambos esperam o café esfriar.
Clara é feita de palavras e sombras. Professora de literatura e
escritora de cadernos de couro, ela parece carregar uma melancolia
que Arthur não consegue traduzir. Quando uma tempestade de
verão causa um blecaute na cidade, a barreira do silêncio entre eles
se rompe, dando início a um romance arrebatador que desafia a
solidão de ambos.
| Número de páginas | 50 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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