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Eu tive o prazer de me refazer, desde 2016. “A chave” foi em dois momentos, mas confesso que o processo é DOLOROSO, pois é uma metamorfose, uma pressão para tirar a roupagem, desconstruir e reconstruir:
1) a viagem para Índia, e ao retornar tinha certeza que eu precisava alterar o rumo da minha história. Não suportava mais morar onde morava, trabalhar onde eu trabalhava. 2) Mudar para Portugal, uma oportunidade que não quis deixar passar.
No ócio escrevi sobre meus sentimentos, experiência de viajante e apreciadora de História, o primeiro resultou em 190 páginas e nasceram mais quatro, formando a coleção "Por onde andei".