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Poeta e romancista.
Paulistano, esquerdista e deísta.
Filho de um sonhador com uma lutadora.
Morou a maior parte da vida em Diadema SP.
Comecei a escrever sobre reis e rainhas e coisas sem nenhum sentido achava, que não era permitido falar sobre as realidades urbanas. “Não pegaria bem falar sobre botecos e favelas”.
Mas li alguns autores nacionais que me mostraram ser possível tocar nesses temas sem deixar de lado a beleza das palavras (Poesia).
Me encantei ainda mais quando li “cem anos de solidão “. Havia descoberto a apavora, uma maneira de falar sobre mais um tema que sempre me despertou o interesse: fantasia.