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O autor, carioca de nascido em 1956, é jornalista e percorreu o Brasil durante as décadas que esteve a serviço de empresa governamental.
Documentou em imagens sertões que já não existem e cidades que nasciam na Amazônia - em torno de estações terrenas de telecomunicações.
Leitor apaixonado, há 60 anos, Fernando Soares foi responsável pela atualização ortográfica, prefácio, anotação, glossário de termos em desuso e reedição do clássico "Como Eu Atravessei a África do Atlântico ao Mar Índico - Viagem de Benguela à Contra-Costa Através de Regiões Desconhecidas 1877-1879", em dois volumes, do Major português Alexandre Serpa Pinto, cuja nova edição foi disponibilizada em diversas bibliotecas virtuais. Fez o mesmo com o notável "Quarenta e Cinco Dias em Angola - Apontamentos de Viagem - 1862", do viajante português Antonio A. de Lima.
Fernando viveu durante cinco anos no Canadá, onde conheceu diversos grupos étnicos emigrados e fez observações e anotações detalhadas sobre eles.
Deseja deixar o presente livro como o seu testemunho de uma época riquíssima em acontecimentos e fatos que não são mais muito bem lembrados. Um livro que é também “para os arqueólogos do futuro”.