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Somente quando saí da estrada e me senti sóbrio, foi que descobri que nem sempre as duas melhores coisas da vida é viajar.
Um pensamento recorrente é que, quando as coisas param de fazer sentido ou perdem a tesão, é necessário se afastar, Parar por um tempo.
Hoje me considero um santo charlatão, um forasteiro que não faz milagres, que se aposentou da estrada e dos alucinógenos, mas jamais das lendas, causos, contos e lorotas, e não descarta a possibilidade de embarcar no próximo cometa que passar.