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Eu sou um parágrafo, um espaço em branco em busca de cor e sentido. Sou infinita, nunca me caibo, me acabo, nunca evaporo deste mundo de sopros, vivo como uma memória imperecível.
E talvez, as minhas nuvens de chuvas; minhas poesias, textos e contos, venham a fazer algum sentido para você que agora me ler.
Então, deixe o vento te guiar até aqui, onde estou, no centro do olho da tempestade.