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Max Brandão tem publicações esparsas em vários periódicos desde a década de 80, com enfoque em crenças antigas e informações dispersas como artes divinatórias, principalmente na Zodíaco, ora fechado, com quase uma centena de artigos, além de responder durante o período a cartas de leitores. Abordou Nostradamus pelo aspecto literário e o Tarô pela semiótica de suas cartas. Publicou pela Unesp a revista Modelo 19, na última década o milênio anterior, traduções de poemas em mais de dez línguas diferentes e teve, também pela Unesp, seu poema Nau do Azar contemplado para publicação em livro comemorativo dos 500 anos da Descoberta. É bibliotecário da Faculdade de Farmácia de Araraquara e sempre foi cobrado por amigos, professores e alunos que publicasse seus poemas que até então circularam na rede. Vai agora uma amostra de alguns deles.