As lembranças de Virgílio Manoel de Almeida nos mostram um Brasil rude, em processo de transformação, mas sem perder a esperança de um mundo melhor, apesar dos conflitos políticos constantes, das mortes e da opressão. A educação e o conhecimento é a bandeira levantada para se conhecer o passado e não ser um escravo no presente. Em versos, o autor conta sobre sua vida, desde as dificuldades no tempo de estudo, até as perseguições e mentiras sofridas em seu emprego, uma ameaça de morte e traição no meio familiar. Passando pela revolução sangrenta dos chimangos e maragatos no RS, chegamos até a intervenção militar de 1964. O autor alerta sobre o perigo político do seu tempo que sente avançar como um fantasma assombrando até mesmo a liberdade das gerações futuras. Ao final, confirma que um povo somente pode ser livre quando se torna sábio, resumindo deste modo a motivação da sua escrita: "É preciso saber, não ser teimoso. Aprender, repassar, é ato amoroso."
| Número de páginas | 64 |
| Edição | 1 (2015) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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