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ACEITO
A agente do mal-entendido contra a perda de tempo do destino
Romance
Categorias
Ficção
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Sinopse

Um alcoólatra funda um centro de recuperação de alcoólatras e viciados em drogas. A coisa é séria e ele recupera muitos viciados, inclusive gente das camadas mais altas da sociedade, com seus métodos revolucionários, apesar de que ele próprio continua alcoólatra. Os adeptos põem no movimento o apelido de “Buraco da fechadura de um sonho”, o sonho é se livrar das drogas e do alcoolismo. Seu fundador ganha então o apelido de Fechadura. Um deles conheceu na juventude uma mulher que trabalha na televisão, e esta mulher é assassinada. Fechadura tem encontros seguidos com Ana Rocio, a mulher que é assassinada, buscando ajuda para seu amigo Frank, que se apaixonou por ela na juventude. No dia em que ela foi assassinada ele se encontrou com ela, e o Fechadura é considerado suspeito pela polícia e é preso. É julgado e condenado. Frank também é considerado suspeito, mas está foragido, e se tornou de usuário em grande traficante de drogas, que desafia a polícia, a sociedade e outras facções do crime organizado. É ele quem revela o segredo do Fechadura, o que prova que o Fechadura não poderia ter matado Ana Rocio, porque sua própria sobrevivência dependia dela, não só a de Frank, mas é tarde e o Fechadura já está na cadeia. Frank também não mataria Ana Rocio, pois o Fechadura ensina a ele que enquanto ela estiver viva ele sempre pode ter a esperança de voltar a conquistá-la – ela tem 48 anos mas parece ter vinte. E o próprio Fechadura tem estória semelhante, que é relatado numa estória que ele conta a uma freira, que ajuda a tratar dele no manicômio onde ele foi a princípio internado: um sujeito, através de um advogado, oferece uma plástica de rejuvenescimento a uma mulher também de 48 anos a quem ele amou na juventude. A freira, para contar sua própria estória, menciona uma hipotética invasão militar do Brasil por parte dos Estados Unidos, onde conhece Vicente, que a salva de um bombardeio, mesmo sabendo que ela é freira, velha e feia. Só que isto era um disfarce e no fim a freira se revela: na realidade é jovem e bonita e está à disposição de Vicente. Quem realmente matou Ana Rocio é um criminoso qualquer, dentre os milhares de assassinos que existem no Rio de Janeiro. A tese de Frank: enquanto houver sociedade de consumo haverá usuários de drogas, vítimas da sociedade de consumo, e enquanto houver usuários haverá tráfico. E que ninguém vai se empenhar realmente em acabar com o consumo e o tráfico de drogas pois para tanto a sociedade de consumo teria que ser extinta e substituída por um outro sistema.

Características
Número de páginas 354
Edição 1 (2012)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Tom Azevedo

Nasci no Rio de Janeiro, tenho 70 anos. Estudei até a quarta série do antigo curso ginasial. Trabalhei como escriturário contratado no Banco Central, como balconista em loja de peças de caminhão, caminhoneiro, ferro-velho, camelô, servente de pedreiro, lenhador, lavrador, criei vacas, porcos, galinhas, servi o exército em 1961, trabalhei por 12 anos para uma editora fazendo traduções de espanhol e a seguir de inglês, traduzi Dickens, Poe, Herman Melville, no fim escrevia minhas próprias estórias populares de faroeste. Tenho alguns trabalhos pequenos publicados, livro impresso, via concurso, em duas ou três editoras. Meu primeiro conto publicado em livro impresso via concurso foi “O homem que grita”, nos anos 60, num concurso do apresentador de TV Flávio Cavalcanti, “A grande chance na literatura”. Em 2005 publiquei 5 crônicas no jornal eletrônico de esquerda Carta Maior. Hoje sou aposentado, escrevo, tenho material que dá para publicar pelo menos uns 200 livros, todos inéditos e faço música popular brasileira. Tom Azevedo.

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