Depois da morte da mãe, quatro irmãos que mal se falavam são obrigados a voltar à casa da infância, numa pequena cidade do sertão do Ceará, para cuidar do pai, um velho marceneiro de poucas palavras que acaba de sofrer um derrame. Rodrigo, o empresário orgulhoso que saiu de casa brigado. Juliana, que esconde atrás das redes sociais uma vida em ruínas. André, ferido e lutando contra a bebida. Clara, a caçula que nunca saiu de casa e nunca disse o que sentia. Na oficina, eles encontram uma mesa enorme que o pai começou a fazer com a madeira da mangueira que caiu, a árvore plantada no dia do casamento dos pais. E descobrem que a mãe deixou uma carta para cada um, guardada com o padre, para ser entregue somente quando voltarem de verdade. Entre feridas antigas, segredos de família, um grupo de oração que não desiste deles e uma comunidade que sabe estender a mão, os quatro irmãos vão descobrir que a mesa só ficará pronta quando a família estiver inteira. Um romance emocionante sobre perdão, fé e o caminho de volta para casa.
| Número de páginas | 202 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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