Numa cidade onde tudo aquilo de que alguém reclama três vezes desaparece, o mais perigoso não é ser mal-educado. É ser sincero.
Júlia e Marcinho não queriam se mudar. Tinham amigos, escola, time e uma rotina de que gostavam. Mas o pai foi transferido, e a família inteira recomeça na Cidade dos Satisfeitos.
No começo, o lugar parece bom demais para ser verdade. Os professores são compreensivos, os comerciantes nunca se irritam, as crianças se comportam e tudo se ajusta ao gosto dos moradores antes mesmo que alguém precise pedir. Ninguém reclama de nada. Nunca.
Até que um apito irritante some do pescoço do treinador — e ninguém se lembra de que ele existiu.
Pouco depois, some Clara, a nova amiga de Júlia. Dessa vez, a responsável pode ter sido a própria Júlia.
Para trazer Clara de volta, os dois irmãos vão precisar investigar a promessa antiga que deu origem à cidade, atravessar lugares que deveriam permanecer escondidos e encontrar o depósito silencioso onde estão guardadas todas as coisas — e todas as pessoas — que os moradores preferiram esquecer.
A Cidade dos Satisfeitos é uma fantasia infantojuvenil sobre amizade, memória e responsabilidade pelo que dizemos: uma aventura que separa a queixa vazia da coragem de dizer, em voz alta, que alguma coisa não está bem.
Para leitores de 9 a 13 anos. Cada capítulo abre com uma vinheta ilustrada, e o livro traz ao final doze questões para conversa em família, em sala de aula ou em clubes de leitura.
| Número de páginas | 168 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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