Em “A Coragem de não Saber” temos a definição de um delicado e sincero convite... convite para o conhecimento, vindo do conjunto de 57 poemas que fazem esquecer, pois chega de replay. Sorte esta que viaja e forma o destino - de um corpo atemporal, e quase inédito, cuja grave gravidade gira e dança em torno da vida. Fazendo do sonho do que sou: o Amor que carrega as sete espadas apagadas na encruzilhada. Onde Hulk deve adormecer, acordando o SER... Sonham os anjos comigo, esquecem-se de mim... Suas cirandas de luz brincam com as brasas acesas pelo celebrante, de epifanias passadas e assim, indeléveis e humanas, dias de luz são para todos e em torno de uma voz que ouço é de um silêncio da força verde. Sem saber do mal. Sem saber do bem. Sonham os anjos comigo, esquecem-se de mim... Suas cirandas de luz brincam com as brasas acesas pelo celebrante, de epifanias passadas e assim, indeléveis e humanas, dias de luz são para todos e em torno de uma voz que ouço é de um silêncio da força verde. Sem saber do mal. Sem saber do bem. Sigo repartindo e ofertando, esse que é o meu décimo segundo livro publicado (2014) e que se apresenta em três partes - a saber: “Luz”, “Entropia” e “Ubiquidade”... Façamos mais um mergulho, pois é profundo o que sinto, e belo o que vejo, viciado em poesia desde cedo, proclamo mais uma dança celebrando a Engenharia Havaiana.
| Número de páginas | 85 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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