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ACEITO
A donzela que não morreu
Romance
Categorias
Ficção
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Sinopse

Tem violência, como em quase tudo que eu escrevo, senão tudo, porque a vida nesse planeta é violenta, porém não se trata de literatura policial e sim de um romance. Um romance. Explora muito a psicologia e afetividade das pessoas e as relações entre elas, inclusive laços familiares. Os amores frustrados da juventude, da adolescência, uma idade perdida para sempre.

Eu sou desajustado. Meus personagens desajustados contam melhor a minha vida do que eu mesmo. Não se engane. Todo vagabundo que você encontrar nos meus contos, novelas e romances sou eu. E nos amores frustrados da juventude... eu estou falando da minha juventude. Quem não teve a sua?

Características
Número de páginas 360
Edição 1 (2012)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Tom Azevedo

Nasci no Rio de Janeiro, tenho 70 anos. Estudei até a quarta série do antigo curso ginasial. Trabalhei como escriturário contratado no Banco Central, como balconista em loja de peças de caminhão, caminhoneiro, ferro-velho, camelô, servente de pedreiro, lenhador, lavrador, criei vacas, porcos, galinhas, servi o exército em 1961, trabalhei por 12 anos para uma editora fazendo traduções de espanhol e a seguir de inglês, traduzi Dickens, Poe, Herman Melville, no fim escrevia minhas próprias estórias populares de faroeste. Tenho alguns trabalhos pequenos publicados, livro impresso, via concurso, em duas ou três editoras. Meu primeiro conto publicado em livro impresso via concurso foi “O homem que grita”, nos anos 60, num concurso do apresentador de TV Flávio Cavalcanti, “A grande chance na literatura”. Em 2005 publiquei 5 crônicas no jornal eletrônico de esquerda Carta Maior. Hoje sou aposentado, escrevo, tenho material que dá para publicar pelo menos uns 200 livros, todos inéditos e faço música popular brasileira. Tom Azevedo.

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