E se o Brasil fosse obrigado a escolher seu futuro sem os personagens que dominaram sua imaginação por décadas?
Em A feijoada dessa vez não azedou, o leitor entra em um país abalado por duas ausências definitivas. A morte de Jair Bolsonaro e, dias depois, de Luiz Inácio Lula da Silva, não encerra a polarização — ao contrário, expõe seu vazio. Sem os rostos que concentravam paixões, medos e ódios, resta a pergunta incômoda: o que realmente sustenta o poder?
Este livro não se interessa pelo espetáculo dos palanques, mas pelo que acontece quando eles se esvaziam. Telefonemas tensos, encontros discretos, articulações improváveis e cálculos frios substituem discursos inflamados. A política reaparece em sua forma mais crua: escolhas, projetos, renúncias e riscos.
Misturando fatos plausíveis, personagens reais e bastidores ficcionais tratados com rigor, a narrativa conduz o leitor por um Brasil que precisa, finalmente, discutir ideias em vez de mitos. Aqui, líderes não são salvadores; são operadores de circunstâncias históricas. Nenhuma morte resolve impasses estruturais. Nenhum nome, por si só, garante futuro.
Mais do que um romance político, esta obra é uma provocação cívica. Um convite — quase um desafio — para que o leitor abandone a lógica dos heróis e vilões e encare a política como ela é: um espaço de projetos coletivos, escolhas difíceis e responsabilidades compartilhadas.
Porque, quando os personagens saem de cena, votar deixa de ser um ato de fé — e passa a ser uma decisão
| ISBN | 9786502143599 |
| Número de páginas | 653 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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