E se, em meio ao ruído de uma gravação, surgisse uma resposta que jamais deveria estar ali?
Em A Frequência dos Mortos, Antonio Ricardo Nahas conduz o leitor às inquietantes fronteiras da transcomunicação instrumental, onde ciência, psicologia, física e consciência se encontram diante de uma pergunta que atravessa a história humana: a morte realmente encerra a comunicação?
Ao investigar os registros deixados por Augusto Leme, o pesquisador Caio Valença encontra algo mais perturbador do que supostas vozes do além. Os sinais parecem responder, aprender e modificar seu comportamento conforme o próprio observador muda. O experimento transforma-se, então, em um labirinto de hipóteses: interferência? Pareidolia? Fenômeno psíquico? Sincronicidade? Um efeito ainda desconhecido da relação entre mente e matéria? Ou a manifestação de uma consciência capaz de sobreviver à morte?
Entre laboratórios, arquivos, frequências e acontecimentos que desafiam explicações convencionais, uma certeza começa a desaparecer: a de que observador, instrumento e fenômeno possam ser completamente separados.
Um romance provocador sobre os limites do conhecimento e sobre aquilo que talvez continue existindo quando tudo o que chamamos de vida parece ter terminado.
| Número de páginas | 183 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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