"E se o horror não fosse um evento espiritual ou moral, mas uma força puramente física? Uma pressão atmosférica, um gosto metálico na boca, uma mutação silenciosa no solo sob nossos pés."
Em A Luz que Devora o Céu, o medo é uma propriedade da matéria. O Universo Maxwell é assombrado por um cometa ferroso que distorce a biologia e a física, exigindo memória, sanidade e carne humana como o "aluguel" por sua passagem. Nesta antologia de horror cósmico e body horror, o leitor mergulha em uma escavação cronológica inversa:
Ciclo I: A Apatia (2013) — O Aluguel: Na era moderna, famílias desligam a própria humanidade para sobreviver a quartos anômalos que trituram corpos para estabilizar as fundações de um hotel faminto.
Ciclo II: A Colheita (1893) — O Breu Luminoso: Nos cafezais de Minas Gerais, o solo roxo devora identidades e transforma trabalhadores em adubo vivo para uma safra vermelha e amaldiçoada.
Ciclo III: A Fundação (1533) — The Capacocha: No alto dos Andes, o sacrifício humano e o amor de um homem imortal são reduzidos à frieza mineral da pedra diante da radiação estelar.
No Universo Maxwell, a memória tem peso, o silêncio tem preço e, quando a terra aprende... ela nunca esquece.
| Número de páginas | 280 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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