Aldinizia era apenas mais uma operária de uma fábrica de produtos químicos no interior do sertão. Até que encontrou um fragmento de metal que não deveria existir – enterrado nos resíduos tóxicos, pulsando com uma luz azul que parecia vir de outro mundo. O fragmento não era humano. Era tecnologia alienígena, um pedaço do chip Sthal, esquecido pela própria inteligência que o criou. Ao tocá-lo, Aldinizia recebeu visões de estrelas e galáxias, de uma mensagem de cura e conexão. Mas algo deu errado. O poder que deveria curar a corrompeu. Em poucas semanas, ela descobriu que podia controlar animais – gatos, cachorros, ratos, pássaros – todos se tornavam extensões de sua vontade. O poder cresceu, e com ele, a obsessão. Aldinizia construiu uma máscara para amplificar o dom, e com ela, planejou destruir a fábrica que a explorou. Mas o plano se tornou vingança. E a vingança, carnificina. Anos depois, na batalha final contra João, a máscara foi destruída e Aldinizia foi presa. Mas o fragmento desapareceu – e a radiação que escapou dele contaminou João, deixando uma marca invisível em seu peito. Uma marca que, um dia, acordaria. "A Máscara de Aldinizia" é o prequel que revela a origem da vilã de "Superlua Azul de Sangue", conecta a invasão dos gatos ao universo Sthal e mostra como um fragmento esquecido pode mudar o destino de uma cidade inteira – e de um herói que ainda não sabia que era escolhido.
| Número de páginas | 0 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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