A natureza das coisas que acabam reúne contos e ensaios escritos entre 2020 e 2024, uma coleção de textos que circulam entre a ficção e a reflexão — e que muitas vezes se recusam a escolher entre as duas.
O livro parte de uma premissa simples e impossível de fugir: as coisas acabam. O corpo, o amor, as certezas, os dias. Márcio Bezerra da Costa não trata esse fim como tragédia, mas como matéria. Seus textos olham de frente a morte, a solidão, o caos e o desejo — e os devolvem ao leitor não como respostas, mas como perguntas mais bem formuladas.
Inspirado pela tradição do ensaio literário — de Montaigne a Camus, de Foucault à prosa densa e limpa de João Gilberto Noll —, este livro constrói uma voz que é ao mesmo tempo filosófica e visceral. Uma voz que pensa com o corpo e sente com a inteligência.
A natureza das coisas que acabam é um livro sobre o espaço, a linguagem e a morte. E sobre o olhar que tentamos construir diante de tudo isso.
| Número de páginas | 123 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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