A história por trás de Ainda Havia Eu nasce de uma pergunta que talvez muitas pessoas só consigam fazer quando uma vida inteira começa a mudar de forma: quem sou eu quando o “nós” deixa de sustentar a casa?
Durante trinta e um anos, Rafael e Helena construíram uma história feita de amor, casamento, filhos, viagens, perdas, fé, rotina, silêncios e tentativas. Mas algumas separações não acontecem de repente. Elas começam antes da conversa definitiva, antes da cama vazia, antes das malas, antes até da palavra “fim”. Começam quando a casa continua de pé, mas algo dentro dela já não soa igual.
Neste romance baseado em fatos reais, Rafael Valença transforma uma travessia íntima em literatura. Entre memórias do primeiro encontro, nascimento dos filhos, lutos familiares, crises conjugais, tentativas de reconciliação e o difícil processo de se reencontrar, o livro acompanha um homem diante da dor de perder não apenas um amor, mas também a imagem de si mesmo dentro daquela história.
Ainda Havia Eu não busca culpados simples. Helena não é vilã. Rafael não é herói. O que existe é uma relação longa, bonita, imperfeita e humana, contada com intensidade, delicadeza e coragem emocional.
Uma história sobre amor, perda, dependência emocional, fé e reconstrução. Porque, antes de saber se ainda havia futuro para os dois, Rafael precisou descobrir que ainda havia vida dentro dele.
| Número de páginas | 536 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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