"Atlântida" é um monólogo, feito para um palco, mas o texto pode ser degustado como história de um livramento. Capitu surge em primeira pessoa, num fluxo de consciência misturando memória, sarcasmo e desabafos. É uma Capitu que ri da própria tragédia e faz da mágoa uma performance. Ela desnuda vícios da sociedade patriarcal com humor ácido. Revisita infância na rua de Matacavalos, o namoro com Bentinho, a amizade com Escobar e, sobretudo, a suspeita da traição que a condenou ao exílio. A personagem revela-se muito mais do que a mulher de "olhos de ressaca”. Capitu é a narradora de sua própria dor – uma dor que não pede desculpas. Capitu se assume como sobrevivente, capaz de transformar a ressaca em combustível para novas histórias.
| ISBN | 9786501656687 |
| Número de páginas | 85 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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