Nas ruas geladas de Nova Iorque, onde o concreto silencia os sons e o tempo flui sem avisar, Alina busca compreender o que ainda permanece dentro dela.
Entre memórias dispersas e um turbilhão de pensamentos, ela se encontra aprisionada a emoções indefinidas — enquanto as figuras de Sadie e Ezra cruzam sua mente, deixando impressões que nem mesmo o tempo parece conseguir desvincular.
Chão de Giz narra a vida em fragmentos: memórias que se perdem, silêncios que falam mais do que palavras e decisões que reverberam muito além do instante em que ocorreram.
Mais do que uma narrativa, esta é uma imersão em uma mente perturbada, onde a fronteira entre realidade e percepção gradualmente se desvanece.
| Número de páginas | 103 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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