O sol do sertão costuma queimar a pele, mas para Maria Zilda o que ardia era a alma. Em uma terra onde o sobrenome de um pai vale mais que o grito de uma mulher, ela aprendeu cedo que a justiça é um privilégio dos carrascos. Quando a sombra do filho do Coronel atravessou o seu caminho, não levou apenas a sua inocência; levou o seu lugar no mundo.
| Número de páginas | 176 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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