Na emblemática Estação Júlio Prestes, em São Paulo, o tempo simplesmente parou. É um domingo ordinário, 21 de agosto de 1988, exatamente às 14h20. Um jovem de quinze anos se vê isolado em uma plataforma deserta, onde o ponteiro dos segundos treme na parede, incapaz de avançar.
Neste labirinto cronológico e poético, ele descobre uma perturbadora revelação matemática: a estação conecta pedaços da mesma alma em um ciclo exato de simetria a cada 11 anos (1966, 1977 e 1988). Três juventudes interrompidas pelo medo e pela hesitação, congeladas no exato milésimo de segundo que antecede o minuto seguinte.
| Número de páginas | 84 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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