Desde menina sonho com uma mulher de olhar forte e amoroso, longos cabelos negros, lábio bem
desenhado que me aparece no espelho quando olho nos meus olhos refletidos.
Esta imagem me traduzia à força da mulher, sua coragem para lutar pela justiça e amor. Seu desapego
a futilidades, sem perder sua vaidade e amor próprio.
Busquei respostas para meu sonho em diversas crenças, recebi algumas explicações porém, não segui
nenhuma delas.
Adotei meu pseudônimo: Cigana Ro, para dar um nome a este sentimento que me guiava. Estudei
minhas origens e não encontrei resposta nas quatro gerações antes de mim.
A leitura de baralho me fascinava mesmo sem nunca ter sido preparada para isto. Sempre acreditei que
elas transmitiam sabedoria.
Meu guarda roupa lembrava o estilo das ciganas, me faziam sentir livre, solta e leve. Forte para
conquistar o mundo.
Os acessórios: braceletes, colares, etc. Traziam-me a sensação de uma beleza irresistível.
Quando completei 50 anos, meu marido organizou uma festa tipicamente cigana, montou um
acampamento, servimos alimentos que lembravam a cultura deste povo, e músicas típica.
Foi na organização desta festa que decidi que um dia escreveria sobre este povo.
Tive medo, pois existem muitas versões sobre mesmo assunto, então pedi intimamente a moça do meu
sonho, ao reflexo que via no espelho que me inspirasse, e, as páginas que aqui se seguem mostraram
vários topicos que para muitos podem ser supersticiosos, para outros sem importância.
ISBN | 9786500012460 |
Número de páginas | 184 |
Edição | 1 (2020) |
Formato | Quadrado (200x200) |
Acabamento | Brochura s/ orelha |
Coloração | Colorido |
Tipo de papel | Couche 90g |
Idioma | Português |
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