As runas não nasceram como “símbolos de internet”.
Elas são letras, soms, nomes e marca — gravadas em pedra, osso e metal por povos germânicos entre os séculos **II e VIII d.C.**
E, como toda linguagem antiga, carregam um peso, exigem contexto, pedem método e cobram responsabilidade.
O Compêndio do Futhark Antigo foi escrito para atravessar a névoa entre a pesquisa séria e a prática contemporânea sem confundir uma com a outra.
Aqui, cada uma das 24 runas, organizadas em 3 ættir, é apresentada com clareza e rigor, suas bases históricas, seus sentidos simbólicos e suas possibilidades de uso, sempre distinguindo o que é atestação nas fontes, o que é reconstrução prática consciente.
Este não é um livro de promessas fáceis.
É um manual de profundidade, para quem deseja compreender as runas como herança cultural viva, ferramenta de orientação (Spá), força ritual (Galdr) e síntese de sinais (Bindrunes) — sem espetáculo, sem atalhos, sem “misticismo de vitrine”.
Porque, no universo rúnico, conhecimento não é enfeite, é chave.
E toda chave abre portas que exigem postura.
| ISBN | 9786501945613 |
| Número de páginas | 347 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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