Este cordel nasceu
de um encontro sem data
marcada e sem intenção literária.
Nasceu de uma caminhada.
Entre falésias e dunas,
quando o corpo resolveu seguir
o ritmo do pensamento
e o pensamento, por sua vez,
aceitou diminuir o passo.
Não houve pressa.
Não houve busca por resposta.
Houve escuta.
O mar, em sua linguagem
mais antiga — o sussurro,
iniciou o diálogo.
O poeta não disputou palavra,
não levantou voz, não quis convencer.
Apenas caminhou.
E ao caminhar, respondeu.
Aqui, o leitor não encontrará
peleja ruidosa nem bravata verbal.
Este é um cordel de conversa baixa,
onde a filosofia não se apresenta em
tese,
mas em passo;
não se impõe como verdade,
mas se oferece como presença.
Cada estrofe nasce do simples:
do silêncio que ensina,
do tempo que não aperta,
do agora que basta.
“Quando o Mar Me Chamou pelo
Silêncio”
é um convite
a desacelerar o mundo por dentro.
A compreender que viver bem talvez
não exija grandes conquistas,
mas apenas atenção, sobriedade e
inteireza.
| Número de páginas | 116 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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