Callum McTavish nunca acreditou em maldições.
Mas quando sua mulher morre de câncer e o despejo chega na mesma semana, e um envelope de couro vegetal aparece na porta às dez da noite com uma escritura em nome dele e um testamento de 1872, Callum descobre que a descrença é um luxo que ele não pode mais pagar.
A herança é uma mansão nas Highlands escocesas: Dùn Mór. Duas torres desiguais, um pátio com uma árvore retorcida que nunca perde as folhas, e sete fechaduras na porta do porão. A condição: quarenta noites.
Callum vai. Porque não tem para onde ir. Porque seus filhos — Lewis, seis anos, que conta datas de mortes históricas em voz baixa; e Fiona, oito anos, que há meses só fala de uma senhora de preto — parecem saber de algo que ele ainda não entende.
O que Callum encontra não é um fantasma. É uma herança: três dons que a Morte deu à família McTavish em 1873. A Visão (Lewis). O Esquecimento (Callum). A Troca (Iona Sinclair, a jornalista que não conseguiu ir embora).
Para quebrar a maldição, os três devem estar na sala redonda do porão na meia-noite do solstício. Mas o preço da Troca é o mais alto de todos.
Dùn Mór é um romance gótico sobre a física do luto, a herança que não se escolhe, e o que acontece quando amor e maldição têm o mesmo endereço.
| Número de páginas | 266 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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