Lívia Silveira é uma adolescente de São Paulo que, durante uma apresentação escolar no Colégio Dom Aquino, provoca um clarão misterioso no palco e some diante de trezentos alunos. Ela acorda em outro lugar: Machacales, uma escola de magia fundada em 1743 numa fazenda abandonada do interior paulista, completamente desconhecida pelo mundo comum.
Recebida pela enigmática professora Magda e adotada por Cosmo — um gato preto falante com uma mancha em forma de lua crescente no peito —, Lívia descobre que é a primeira da família a manifestar poderes mágicos. Ela é selecionada para a Casa Lua Cheia pela árvore-nexo da escola, mas de um jeito que não acontecia em quase três séculos: a luz sobe pelas raízes, e não desce pelos galhos. Uma anomalia que ninguém sabe explicar — e que todos preferem não comentar.
Ao lado de Nina Lunares, colega estudiosa e filha de uma longa linhagem mágica, e de Alex Duarte, um aluno metódico que anota tudo e questiona ainda mais, Lívia começa a perceber que a escola guarda segredos ativamente apagados: nomes riscados em livros de registro, páginas arrancadas de enciclopédias, referências cortadas com precisão cirúrgica. O rastro apagado converge para uma única figura — Sandra Machacales, descendente da fundadora, cuja existência foi sistematicamente eliminada dos arquivos.
Por trás dos apagamentos está o professor Teodoro Vaz, inspetor-chefe que conspira para desestabilizar o nexo da escola e viabilizar sua anexação pelo Conselho, usando a própria Sandra
| Número de páginas | 160 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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