Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa Política de Privacidade.
ACEITO
ESTAÇÕES DA MINHA VIDA
O cotidiano de uma criança simples e feliz que teve sua vida ligada às estações ferroviárias paulistas em meados do século XX.
Categorias
Literatura Nacional, Biografia
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 3554 vezes desde 02/05/2011
Versão
impressa
R$ 39,91
Valor total:
R$ 39,91
Versão
ebook
R$ 22,60
Disponível em:
PDF
Valor total:
R$ 39,91
Este ebook também pode estar à venda na:
Sinopse

Essa é uma história verídica, vista por uma criança à partir de seus cinco anos de idade, escrita pela mesma depois de adulta, mostrando com humor suas impressões de vida e o desenrolar das coisas através do tempo.

Cresceu no interior de São Paulo e conta sobre a sua infância como filha de um chefe de estação de trem, constantemente transferido de cidade a cidade. Ela narra situações por ela vividas, nas cidadezinhas e nas estações de trem da época, as “estações de sua vida”. Narra a convivência com os seus familiares e a união da familia, bem como o amor passado pelos seus pais e o amor pelos seus irmãos.

O livro conta também os costumes de uma São Paulo que já se foi e contém algumas reflexões da autora sobre os conceitos de sociedade e a família.

Características
Número de páginas 88
Edição 1 (2004)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Dircéia Ap. J. Merzvinskas

http://www.wikiaves.com.br/perfil_mskas

http://mskasarquitetura.blogspot.com/

http://www.panoramio.com/user/2172467

http://www.flickr.com/photos/mskas/

http://br.olhares.com/mskas

Nome do link: olhonatural.blogspot.com

Comentários
1 comentários
Mauricio
Segunda | 02.05.2011 às 14h05
Tenho a certeza de que este livro tocará os corações daqueles que sonham por um mundo melhor e têm saudades dos tempos do interior Paulista, onde as pessoas andavam de chapéu e se cumprimentavam.