Eu nasci no Futuro 'I'
O começo do fim, o primeiro humano “integro” artificial [decidi mudar o subtítulo: o fim do fim..., cò fim não existe]
Código do livro: 263426
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Ficção e Romance, Filosofia, Humor
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Sinopse

"É o ano 2650, ou, como se diz por ora, é o ano +650...; eu quero vos contar uma história...". Do tempo costuma vir todos as respostas, assim como vem nossas próprias virtudes e defeitos..., nós "somos cidadãos da eternidade", Dostoievski diria; sim, nós somos cidadãos do infinito, mestre-professor. Aprender a viver e escolher requer conhecer-se — é um problema..., que “aprendemos a viver antes de pensar”, Camus contou-nos... —, conhecer-se..., ah..., conhecer-se..., conhecer-se requer saber de nossa finitude, requer sentir a infinitude... "No infinito há de haver todas as respostas finitas, mas inúmeras perguntas infinitas"..., diria Brighty...

Sobre constituição da obra: encaixa-se nos gêneros de prosa-romance Sci-fi, filosófico, humor, filologia e romance propriamente —, sendo inda importante destacar as nuances que a tornam excêntrica, tais quais as pontuações, as notas de rodapé [diário], os trechos em cutback (analepse) e as mudanças de tratamento da língua, uma mudança que tem a ver com influência sobre o personagem central, manifestando assim transformações necessárias e indutivas a nível linguístico, isto é, manifestações das influências psicossociais as quais o personagem-protagonista se submete e, claramente, atrelada a força intuitiva durante a comunicação [tudo isso implícito, mas evidente]. Os cutbacks, as intromissões do personagem com seu passado e, às vezes, múltiplas personalidade temporais, enriquecem a trama e ressaltam pontos filosóficos tratados ao longo dos temas. Pontuações e formas vulgares (gírias) são enquadradas ante ao pretexto informal dos diálogos e tendem a ser enriquecidas à medida que os diálogos são mais tardios no discurso, coisa causada pela influência psíquica temporal-social prolongada e também o conforto dos dialogantes [estes fatos, são aqui explicados para que se entenda pelo que e para que tais artifícios aí estão]. É mais que comum usar de uma linguagem, ao menos a primeiro modo, repleta de nuances "futuristas" (embasadas no contexto) e é também comum que a sintaxe se transforme por conta disso.

Do enredo: distante, doravante numa Terra quase no domínio de uma doença, e dessa vez não é a humanidade a doença — a humanidade esta quase extinta, e usa de seus pensadores e recursos tecnológicos para sobreviver, sobre comando dum grupo de cientistas que instituíram uma nova nação sem nenhum país ou estado..., sem nenhuma divisão desnecessária... À beira do abismo da extinção, a tecnologia, auxiliada pela filosofia e mente de um dos maiores inventores e cientistas de todos os tempos, Animus Brighty, tenta descobrir a cura para uma doença, causada por uma bactéria-vírus com poder tão grande que fora capaz de destruir o mundo através de humanos quase-zumbis, os quais se destruíram e destruíram tudo mais; isso àqueles que restaram, pois mais de três quartos da população se extinguiu numa guerra nuclear associada à suposta guerra biológica, sucedendo após os indícios da infecção. O ar tóxico, contaminado..., a vida morrendo, praticamente toda extinta ou toda modificada..., a humanidade fragmentada e cultura praticamente morta: que poderia fazer para salvá-la?... E se a resposta não fosse salvá-la, e se a resposta fosse não a salvar..., e se a vida simplesmente fosse... — e se a escolha não existisse? Ás vezes, salvar requer aceitar; às vezes, salvar requer aprender; outras tantas vezes, salvar requer agir... Será o destino o grande inimigo da liberdade? Será liberdade a grande inimiga da felicidade? Qual será a importância de uma única vida...? As atitudes para salvar a vida tomam parte numa fantástica, cômica e científica viagem, onde-quando amigos, “a família de Brighty”, tentam encontrar respostas investigativas que podem impedir a danação final da humanidade..., responder as origens duma mazela que assolou e explorou a incipiência do "câncer da Terra"..., o homem... Entre cúpulas futuristas debaixo de água e nos ares tóxicos atmosféricos futuristas, em meio a seres mutantes e milhares de humanos insanos, armas com potencial inimaginado, naves e, por que não, “alienígenas” [espere e verá, leia e verá], tecnologias que aproximam humanos de deuses...; a humanidade envia seu homem mais capaz a salvá-la, sem "a humanidade mesmo se dar conta": mais pra onde lhe enviara?... —“Viagem nos meus olhos..., conto-te daí minhas lágrimas..., contar-te-ei a fonte das minhas lágrimas..., dos meus sonhos manancial, corrente do oceano de meu inconsciente...”. Bem-vindos...

Características
Número de páginas 174
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 90g

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1 comentários
ArteSam
Quarta | 05.09.2018 às 17h09
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