Filopoesia
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Sinopse

Enfrentei muitas provações durante três dos anos mais penosos, difíceis da minha vida; sono, saúde e sossego perdidos, pensei que Deus havia me renegado, abandonado os cuidados ao meu coração repleto de sentimentos de ódio e de medo das pessoas.

Eu ainda não era capaz de perceber a conspiração que o Universo fazia para proteger-me das poderosas forças do mal que me acuavam quando ganhei uma gatinha de estimação de presente.

Por alguma misteriosa intuição do além – cuja origem e significado só mais tarde pude compreender – chamei-lhe de Pipi.Jamais imaginaria que ali estivesse o ser que mais amei neste mundo.

Se fosse tão somente por isto eu resignar-me-ia; mas não: ela também amou-me tão intensamente quanto a amei !

A dor de sua perda não seria insuportável se o meu amor não fora correspondido na mesma frequência e sintonia, harmonia dos ronronares, melancolia de nossas solidões, desapego de nossas meditações!

Este amor sobrenatural subtraiu muita energia do Universo à nossa volta... muita energia... exageramos na falta do limite até onde podíamos ter ido para nos amar...enfraquecemos o brilho das estrelas... arrefecemos o calor do sol...deixamos mais tristes os cantos dos pássaros... fizemos os crisântemos envergonharem-se ao florir... a maldade das pessoas exauriu-se... minha casa ficou protegida, energizada, pirâmide... meus medos e ódios dissolveram-se no espaço entre o meu olhar e o seu miar.

Consumimos muita energia do Cosmos para construir algo do tamanho do Universo, mas sem nenhuma de suas nódoas - como se destilássemos todas as uvas da galáxia em todos os melhores vinhos que nós mesmos jamais seríamos capazes de sorver sozinhos.

Entretanto, tanto amor cobrou seu preço, o Universo não pode se manter em estado tão elevado de pureza durante muito tempo, afinal não é somente esta a matéria que o constitui.

Ele(s) - Deus, o Universo - mandaram-me inúmeros sinais de que chegaria ao fim, na Terra, o nosso amor.Sinais nos Céus, de meus ancestrais, da energia kármica de seres imortais ... todos me alertaram de que eu iria sofrer tanto quanto amara, de que a partir da morte da Pipi a minha vida jamais seria a mesma ... ensinaram-me aos cântaros que o infinitudo Cosmos agora estava carente da mesma super-nova de energia que permitira existir entre mim e a Pipi durante aquele átimo em que eu - doente e descrente do mundo – dela careci para viver ... da Pipi que agora vela pela humanidade no ininteligível Universo que tento fractalizar em versos – como que para tê-la mais por perto ...

Características
ISBN 978-85-918494-1-3
Número de páginas 215
Edição 1 (2015)
Formato A5 (148x210)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Couche 150g
Fale com o autor
Rodrigo Prado Santiago

O autor é natural de Belo Horizonte, onde morou até se graduar em medicina em 1999.No ano 2000 serviu o Exército Brasileiro no Estado do Acre no PEF de Assis Brasil.Em seguida prestou serviços como médico assistente no município de Boca do Acre no Estado do Amazonas de meados de 2001 a 2002, retornando para o Estado do Acre, onde mora até os dias atuais.É especialista em Medicina Legal e Perícias Médicas.

Começou a escrever aos 15 anos de idade por causa de uma paixão platônica, posteriormente substituída inteiramente pelo amor à poesia, que sublimou metonímicamente para sempre a dita paixão.Em junho de 2011 homenageou um grande amigo, chamado Miguel Angel Suarez Ortiz, em uma de suas poesias, chamada “Fria decomposição em poesia das coisas indomáveis do mundo”.Mal sabia que ele era amigo do egrégio laureado poeta Jorge Tufic, autor do hino do Estado do Amazonas, a quem encaminhou a aludida poesia para ser apreciada.

O distinto poeta assim se pronunciou então: “ Essa amostra do livro que acabo de ler tem todos os contornos epifânicos de um poema alquímico, dos melhores que já tive sob os olhos.Lembra-me a viagem de Ibn 'Arabi, em busca da felicidade perfeita.Não me parece obra de neófito ou iniciante da arte em que foi mestre o poeta citado no mesmo, Carlos Drummond de Andrade.Muito pelo contrário, nele, todas repetições de atributos, brilho, peso, da relíquia mineral que exemplifica a inutilidade do valor monetário em todas as suas facetas enganosas, enriquecem a textura da mensagem filosófica, onde a solidão do homem se adensa numa outra realidade, que não a do “influxo criador de números”.De resto, atar ao conteúdo poético um sensível conteúdo esotérico, só merece aplausos e releitura, tantas sejam necessárias para extrair, de suas estrofes, novos significados teosóficos.No mais, poesia pura. “

O escritor teve premiada a poesia intitulada " O big bang do amor" no Concurso Nacional de Literatura do município de Tupã, Estado de São Paulo, sendo esta publicada em um livro de coletâneas.

Blog do autor: www.filopoesias.blogspot.com.br/

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Coluna jornalística sobre Perícia Médica e Previdência Social: www.acrealerta.com/colunistas/1/

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