O Significado de "Fui, mas volto" O título da obra resume a filosofia da jornada. Adão compreende que a vida é um reencontro contínuo. A verdadeira vitória de Adão Zoé não reside em aniquilar Victor com a força de um viking ou a estratégia de um historiador, mas em um processo de cura interna. Para alcançar a paz definitiva, Adão precisa realizar a tarefa mais difícil para uma alma guerreira: convencer a combatente Aoife, que vive dentro dele, a finalmente guardar a espada. O desfecho sugere que a redenção e o fim do ciclo de dor só são possíveis através da aceitação do amor e do acolhimento daqueles que, como Ster, atravessaram o tempo apenas para esperá-lo. É um resumo sobre o poder da recordação como ferramenta de libertação e a descoberta de que o maior campo de batalha é o coração. A alma de Adão é um mosaico de figuras históricas e mitológicas. Ele carrega a fúria e a dor de Aoife, uma guerreira irlandesa marcada pelo trauma de ver seu irmão ser assassinado pela ganância alheia. Paralelamente, ele possui a precisão e o senso de dever de um escriba mesopotâmico, responsável por registrar a verdade, e a disciplina de um monge. Essa multiplicidade não é um acaso. Adão selou um pacto com os Guardiões do Ciclo: ele reencarnaria com a memória plena para encerrar um conflito milenar. Seu nêmesis é Victor, uma força antagonista que o persegue através dos séculos, mudando de face, mas mantendo o mesmo objetivo: usurpar o que Adão protege. Mas Adão não está sozinho nesta jornada.
| Número de páginas | 178 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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