INTERNAMENTE EXPOSTO
Poesias - Indrisos - Sonetos
Categorias
Literatura Nacional, Mensagens, Poesia
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Sinopse

“Internamente exposto” como o nome sugere, além de ser uma revelação, é um grito, um escape, é um desabafo. E isso tudo dentro de uma questão pessoal, talvez não, ou até retentora de outros sentires... Nada aqui é tão somente meu... Quando eu o decidi escrever (por simples e bom gosto) e enfim um dia poder editá-lo, não poderia deixar de lado a minha insatisfação por tantas coisas erradas e ao mesmo tempo contrabalancear com as coisas bonitas que os meus olhos ou olhos alheios veem. A inspiração é uma excelente arma, mas a munição tem que ser necessariamente o puro sentimento. Nada é tão agradável do que a nossa mente poder servir e ser servida com a força das palavras que um livro pode exercer, mesmo que na forma absolutamente sensata da poesia na simplicidade de cada autor. Aqui eu vivo um pouco, morro um pouco, mato também, mas ressuscito a todo o instante... A veracidade de alguns casos contida nessas entrelinhas, se notada como ela deve ser, é o que procuro passar pelos sentimentos incorporados. E eu imagino que a conseguirei mostrá-la, pois os nossos sonhos, desejos, decepções, alegrias, iras e por aí vai..., podem e devem com certeza estarem associados estatisticamente, por muitas centenas de milhares de pessoas, quase que identicamente nas mesmas proporções. As minhas poesias falam da relação do tempo e da natureza, da loucura e da razão e de muitas outras coisas responsáveis pela transmutação em convívio com o ser humano, que no seu espaço, se abre interiormente e totalmente nas suas emoções. Na poesia “Meu funeral” eu deixo bem claro a essência do que é ser feliz, criticando, quando se morre... Já morri alguma vez? Sim, morri, e ali em cima já confirmei isso e também poeticamente nos meus versos nas páginas a seguir. Em “As cores da humanidade” eu sou negro, sou amarelo, sou branco. Em “Catedrais” eu sou o seu espírito transmutado no existencialismo material... Apenas quero levar a paz, a humildade, o perdão e a justiça boa, a fé, o amor e tudo o mais que se possa imaginar de existir para nos trazer a esperançosa felicidade, mesmo que antes tenhamos passado por sofrimentos e perdas, neste universo que é a mente de cada um de nós!

O autor

Características
Número de páginas 109
Edição 1 (2013)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Couche 90g
Fale com o autor
Eduardo Eugênio Batista (Setedados)

Meu nome completo é Eduardo Eugênio Batista. "Setedados" é apenas um tipo (nome) de identificação poética que foi formado por minha simpatia ao número "sete", juntando-o com o meu apelido de infância "Dado", para assim poder usá-lo assinando algumas poesias postadas via internet. Eu escrevo desde a minha adolescência. Hoje, na mídia virtual, tenho alguns trabalhos postados em sites, entre os quais, destacam-se trovas, sonetos, poesias diversas, crônicas e contos... Estou amigavelmente solteiro comigo mesmo, mas muito bem casado com a literatura, a qual, agora já faço parte como um escritor. Até o momento já concluí e editei 5 livros no Clube de Autores. "Em todos os sentidos" - "Internamente exposto" - "Relevos" - "Eclipse" - "Resgate"

"Sou de tudo um pouco, sou um normal poeta louco, sem endereço, morando e voando onde sempre é o meu começo. Venha até mim, aqui comigo não existe o fim!"

Eduardo Eugênio Batista

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Comentários
2 comentários
Sidnei Ismail
Segunda | 17.11.2014 às 06h11
parabéns pelo seu livro!
Sidnei Ismail
Segunda | 17.11.2014 às 06h11
parabéns pelo seu livro!