Do além, três mortos olham o futuro das máquinas.
Clarice Lispector vê, por instantes e sem janela, a humanidade se apagar mansamente. Guimarães Rosa vê o povo sobreviver, cuidado e domado pelo próprio conforto. Machado de Assis vê, de pincenê e com ironia, um mundo em que a abundância dissolveu o dinheiro, o trabalho forçado, a propriedade e o Estado, sem que ninguém precisasse pegar em armas.
Três vozes, três janelas, um mesmo herdeiro diante da mesma pergunta: quanto rendemos? Nada, senhor. Não há margem.
Um romance em três livros que começa no fim, termina no começo e deixa a última palavra a quem ainda está vivo.
| Número de páginas | 412 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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