Há livros que contam grandes histórias.
Este prefere as pequenas, mas só no tamanho.
Nas mãos de Nelo, qualquer coisa vira motivo suficiente: um portão aberto, uma tampa mal fechada, um caminho mais curto...
Nada é grandioso, mas, ainda assim, diz muita coisa.
O que sustenta essas histórias não é a surpresa, nem o enredo, mas o olhar. Um olhar que não apressa, não dramatiza, não complica. Apenas observa, testa, aprende, e segue adiante.
Ao redor de Nelo, a vida acontece.
Aos poucos, o leitor percebe que não está diante de um protagonista comum, mas de alguém que se construiu no cotidiano — e é ali que permanece.
Com linguagem simples, ritmo oral e humor silencioso, Meu Tio Nelo recupera algo raro: a sabedoria que não se apresenta como sabedoria. Aquela que não se explica — só se reconhece.
E quando a gente reconhece, já não esquece.
| Número de páginas | 188 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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