A filosofia fragmentou-se.
A antiga ambição de compreender o mundo cedeu lugar à busca por compreender partes — a mente, a linguagem, a ética, a tecnologia. Tornamo-nos precisos, mas perdemos o espanto; ganhamos dados, mas esquecemos do sentido. A filosofia evoluiu em método, mas encolheu em horizonte.
É neste vácuo — entre o excesso de informação e a escassez de sabedoria — que nasce a Mimese Niilista e o Pensamento Trianímico.
Este livro não é uma tese acadêmica nem um ensaio convencional. É um mapa da consciência humana desenhado sobre os vestígios de nossos ancestrais. Une arqueologia, psicologia, neurociência e metafísica para revelar o que o autor chama de Mimese Niilista: o processo pelo qual o ser humano se torna refém de sua própria inteligência.
A narrativa percorre a história da mente — do primeiro gesto simbólico à política contemporânea — mostrando como cada salto cognitivo carregou em si uma ferida existencial. A partir dessa arqueologia interior, o autor propõe o conceito do Pensamento Trianímico: uma mente dividida em três forças — memória instintiva, impulso criador e consciência moral — cuja tensão define toda a tragédia da espécie.
Mas o livro não se limita a descrever nossa condição. Ele desafia o leitor a reconstruir o próprio modo de pensar. A cada capítulo, o texto se torna um espelho, revelando como nossas ideologias, religiões e sistemas políticos ainda são ecos de padrões cerebrais herdados de outros hominídeos.
| Número de páginas | 0 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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