Por que o Brasil não consegue consolidar instituições estáveis?
Entre 1840 e 1889, vivemos 49 anos sem golpes de Estado, com alternância pacífica de governo e crescimento consistente. Desde a República: 7 constituições, 5 golpes, 29 anos de ditadura, hiperinflação devastadora e crises recorrentes.
Este ensaio político de rigor acadêmico — fundamentado em mais de 200 fontes documentais, dados comparativos internacionais e diálogo com historiadores como José Murilo de Carvalho e cientistas políticos como Juan Linz — investiga essa diferença brutal.
Desmonta mitos com evidências: que a monarquia era atrasada (quando implementou parlamentarismo funcional), que criou a escravidão (quando trabalhou para desmontá-la, com Dom Pedro II financiando abolicionistas), que excluía negros (quando abrigou senadores, engenheiros e escritores afrodescendentes como André Rebouças, José do Patrocínio e Machado de Assis).
E propõe uma questão incômoda, baseada na experiência de 44 democracias: por que 7 das 10 melhores democracias do mundo são monarquias constitucionais parlamentares? Por que países como Noruega, Dinamarca e Suécia — com IDH superior, corrupção menor e estabilidade institucional exemplar — mantêm esse modelo?
A monarquia constitucional aqui defendida é democrática, transparente e técnica: o monarca não governa, apenas representa continuidade enquanto primeiros-ministros respondem ao Parlamento eleito. Governos caem em dias, sem trauma nacional.
| ISBN | 978-65-266-6356-1 |
| Número de páginas | 284 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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