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ACEITO
Muita pretensão da minha parte achar que posso me defender
Ficção científica
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Ficção
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Sinopse

Um sujeito vai ao ano 20.000 - que pode ser 200.000, uma vez que o ano 1 desta era foi estabelecido arbitrariamente. Ele faz isto por meio de programa de computador. Há uma dúvida. Ele passou do passado ao futuro ou veio do futuro, para investigar o passado, e depois retornou ao futuro?

Não se sabe se o personagem vai ao futuro, por meio de um programa de computador, ou se veio do futuro, para investigar o passado, e depois retorna ao futuro. Há uma crítica severa à sociedade de consumo.

Uma reflexão sobre a vida que os seres humanos levam na

Terra. Eles vão viver como vivem até a extinção? Ou vão mudar? É possível mudar?

Características
Número de páginas 167
Edição 1 (2012)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Tom Azevedo

Nasci no Rio de Janeiro, tenho 70 anos. Estudei até a quarta série do antigo curso ginasial. Trabalhei como escriturário contratado no Banco Central, como balconista em loja de peças de caminhão, caminhoneiro, ferro-velho, camelô, servente de pedreiro, lenhador, lavrador, criei vacas, porcos, galinhas, servi o exército em 1961, trabalhei por 12 anos para uma editora fazendo traduções de espanhol e a seguir de inglês, traduzi Dickens, Poe, Herman Melville, no fim escrevia minhas próprias estórias populares de faroeste. Tenho alguns trabalhos pequenos publicados, livro impresso, via concurso, em duas ou três editoras. Meu primeiro conto publicado em livro impresso via concurso foi “O homem que grita”, nos anos 60, num concurso do apresentador de TV Flávio Cavalcanti, “A grande chance na literatura”. Em 2005 publiquei 5 crônicas no jornal eletrônico de esquerda Carta Maior. Hoje sou aposentado, escrevo, tenho material que dá para publicar pelo menos uns 200 livros, todos inéditos e faço música popular brasileira. Tom Azevedo.

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