Sem luz. Sem som. Sem nada. Um menino apenas se vê flutuando no meio de um vazio sem fim. Nem ao menos o próprio corpo ele pode sentir… na verdade, a escuridão dali parecia ser o seu corpo, como uma extensão infinita da consciência. Até que ele é surpreendido por uma voz, a única que veio a ecoar em meio aquele vácuo espaço-temporal: “Tudo pertence ao Rei”. Não soube de onde, de quem ou como ela veio. Simplesmente surgiu.
Então o rapaz abre os olhos para uma floresta de pinheiros, perdido — em todos os sentidos. Suas memórias não estavam com ele, nunca vira aquele lugar e só o que lembrava era do seu nome, por alguma razão: Morg.
Sem para onde ir, Morg acaba sob os cuidados do dono de uma taverna local e descobre que o vilarejo onde acordara se situava a sudoeste da capital de Tremond, o império humano. Pelos esforços dos dois mais poderosos guerreiros da atualidade, Jorn e Zekkron, Este vinha desfrutando de uma rara época de paz depois de incontáveis guerras de outrora contra uma raça vizinha hostil, os demonianos de Rothirya, país do qual há dois mil anos fora rompido o jugo de escravidão que naqueles tempos assolara os habitantes do continente.
Quem ele era? De onde veio? Porque não lembrava do seu passado? As perguntas permaneciam, e com elas ficava a vontade de se preparar para um dia deixar aquela aldeia e enfim desvendar os mistérios sobre si mesmo em um mundo que estava prestes a conhecer a era mais caótica e sombria de toda a sua história.
| Número de páginas | 377 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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