E se as profecias mais famosas da história não revelassem apenas o futuro, mas também algo profundamente humano sobre a maneira como interpretamos o medo, o poder e o desconhecido?
Durante quase cinco séculos, Michel de Nostredame — Nostradamus — permanece cercado por uma reputação extraordinária. Reis mortos, guerras, ditadores, epidemias, atentados e catástrofes teriam aparecido, segundo seus intérpretes, nas enigmáticas quadras publicadas no século XVI. Algumas parecem impressionantes; outras passaram a ser repetidas como fatos. Mas quanto disso realmente está nos textos de Nostradamus? Quanto surgiu das traduções, releituras e necessidades de cada época?
Nostradamus: O Manuscrito de Salon parte dessa pergunta para conduzir o leitor por uma investigação histórica que atravessa séculos.
A jornada começa com uma história extraordinária: durante a Revolução Francesa, homens teriam violado o túmulo de Nostradamus e encontrado junto aos seus restos uma placa contendo a data exata em que a sepultura seria aberta. O enigma conduz à Provença do século XVI: à peste, à medicina, à astrologia, aos almanaques e às primeiras profecias de Michel de Nostredame.
Então surge um mistério ainda maior.
A Centúria VII das Prophéties ficou incompleta. Séculos de especulação transformaram essa ausência em uma pergunta fascinante: teriam existido folhas perdidas, quadras jamais publicadas ou um manuscrito mantido em segredo? O chamado “Manuscrito de Salon” é investigado aqui.
| ISBN | 9786502287033 |
| Número de páginas | 164 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Couche 115g |
| Idioma | Português |
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