Em São Paulo, onde o concreto esconde mais do que revela, um arquiteto começa a desenhar o caos como se fosse arte. Por trás de cada obra icônica, existe uma sombra. Por trás de cada escolha, uma consequência. Ele não quer fama. Ele quer transformar a cidade ao seu legado, mesmo que isso signifique destruí-la por dentro. Em um jogo de poder, ambição e memória, cada linha traçada pode ser o início de um colapso. E quando tudo desabar, o arquiteto já terá partido para o próximo projeto.
ELE NÃO DEIXA RASTROS.
ELE DEIXA CAMINHOS.
| Número de páginas | 303 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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