Para fãs de Black Mirror e 1984 que querem sentir o peso de viver numa distopia — não num futuro distante, mas agora.
Em Draven, a tecnologia não oprime com violência. Ela anestesia.
A cidade funciona perfeitamente. Transporte otimizado, empregos monitorados, entretenimento sob medida. Ninguém passa fome — mas ninguém conversa com o vizinho. Famílias jantam juntas, cada um na própria tela. Casais dividem cama, mas não dividem uma palavra. A solidão virou produto, e o isolamento, a engrenagem que mantém tudo girando.
Porque pessoas sozinhas não se organizam. Não questionam. Não se rebelam.
Kael é operário. Lyra, herdeira de uma das famílias que controla tudo. Selene pinta muros proibidos. Daren tenta manter viva uma loja que o sistema quer engolir. Orin estuda algoritmos, mas começa a suspeitar que pessoas importam mais.
Cinco vidas que não deveriam se cruzar. Um encontro que o sistema não previu. E uma pergunta que nenhuma tecnologia consegue responder: quando testados de verdade, escolhemos ser quem dizemos ser — ou quem sempre fomos?
O Código de Aurora acompanha a criação de um movimento comunitário numa cidade que pune qualquer coisa que não consegue controlar. Não é uma história de heróis salvando o mundo. É sobre pessoas comuns tentando não perder a própria humanidade — e descobrindo que o maior inimigo nem sempre é a corporação. Às vezes, é a própria natureza humana.
| ISBN | 9786501992990 |
| Número de páginas | 579 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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