E se o passado nunca tivesse desaparecido? E se cada acontecimento deixasse no universo uma assinatura capaz de ser reencontrada?
Nos bastidores do Vaticano, em pleno século XX, o padre beneditino Pellegrino Ernetti envolve-se em um projeto tão extraordinário quanto perigoso: a construção do Cronovisor, um aparelho que não viajaria no tempo, mas tentaria recuperar os vestígios deixados pelos acontecimentos na própria estrutura da realidade.
Quando Enrico Fermi, John Archibald Wheeler e Pierre Teilhard de Chardin são arrastados para o enigma, aquilo que parecia uma experiência impossível transforma-se numa investigação sobre a natureza do tempo, da informação e da consciência. Física quântica, memória, Akasha, noosfera e o misterioso Campo M começam a convergir em torno de uma hipótese perturbadora: talvez o universo não arquive o passado como um filme — talvez simplesmente nunca volte a ser exatamente o mesmo depois que alguma coisa acontece.
Mas uma máquina capaz de tocar a memória do mundo também pode abrir portas que deveriam permanecer fechadas.
O Holocausto. Hiroshima. Os segredos do Vaticano. Jerusalém. A crucificação. O rosto de um homem que pode — ou não — ser Jesus. E, finalmente, imagens de acontecimentos que ainda não aconteceram.
Quando o Cronovisor começa a mostrar mais do que seus criadores procuravam, surge uma questão ainda mais inquietante: eles estão observando o tempo... ou o tempo começou a observá-los?
| Número de páginas | 191 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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