Neste cordel dialogado,
o leitor entra na mente invisível
que acompanhou Sócrates:
seu daimon,
essa voz sem boca,
esse aviso sem som,
essa lucidez
que muitos chamaram
de loucura.
O encontro
entre o Philofotopoeta
e o daimon socrático
gera um diálogo profundo
sobre consciência, destino,
sabedoria e insanidade —
tudo ao modo filosófico e poético
que guia a pena deste autor.
| Número de páginas | 24 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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